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13.04.2010
Movimento Sindical
Sindicalistas protestam em frente ao prédio da Fiesp, na Avenida Paulista


13/04/10 - 11h08 - Atualizado em 13/04/10 - 11h08

CET pede aos motoristas que evitem a região.
Manifestantes querem redução da jornada de trabalho.

Manifestantes ligados a centrais sindicais protestavam em frente ao prédio da Fiesp, na Avenida Paulista, às 10h50 desta terça-feira (13). Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), eles ocupavam duas das faixas da via, no sentido Paraíso. A companhia aconselha os motoristas a evitarem a avenida. Na foto, grupo de manifestantes caminha até a Fiesp (Foto: Ardilhes Moreira/G1)



De acordo com a Força Sindical, o protesto tem como objetivo acelerar as negociações para a redução da jornada de trabalho sem a diminuição do salário. A previsão é que 20 mil pessoas participem do protesto. A Polícia Militar acompanha a manifestação, que permanecia pacífica (Foto: Ardilhes Moreira/G1)

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13.04.2010
Cidadania
30 horas para as mulheres

"Não são eles que largam seus filhos 12 horas por dia numa escola horrorosa que o Governo oferece. As mulheres deveriam trabalhar 30 horas".

Por Alessandra

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07.04.2010
Cidadania
É de suma importância!
"É de suma importância a redução desta carga, pois devemos lutar para pelo menos garantir o nosso direito de estudar e passar alguns momentos em família, ter um pouco de lazer e efetuar uma higienização mental primordial, até mesmo para um melhor desempenho produtivo"

Por Tiago
mensagem enviada em 5/4/2010
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05.04.2010
Movimento Sindical
Campanha pela Redução da Jornada de Trabalho para 40h

"Companheiros e Companheiras,

A Executiva Nacional da Força Sindical, reunida no dia 15 de março passado, deliberou que o encaminhamento da luta pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais deve continuar no centro das atividades da central no primeiro semestre deste ano, apesar das dificuldades enfrentadas pela tramitação da matéria na Câmara do Deputados.

Deliberamos:

1) manter a pressão sobre a Câmara dos Deputados, com o deslocamento de caravanas de dirigentes e ativistas sindicais à Brasília e o envio de mensagens aos líderes partidários exigindo a inclusão do debate e votação da PEC nº 231/95 na pauta;

2) organizar a luta a partir das empresas, buscando acordos isolados de redução da jornada;

3) apresentar pauta aos sindicatos patronais sobre o mesmo tema e exigir a abertura de negociações.

Informamos que, a partir de contatos mantidos pelas centrais sindicais com o Governo Federal, estamos construindo um acordo para que a Liderança do Governo e a base aliada orientem suas ações à colocação da discussão e deliberação da PEC da Redução da Jornada na pauta da Câmara. Para tanto, é necessário, nos termos da resolução da Executiva Nacional acima, retomar a pressão sobre as bancadas estaduais e os líderes partidários da Casa.

Contando com o apoio de todos, aproveito para reiterar-lhes minhas cordiais saudações".

Atenciosamente,
João Carlos Gonçalves (Juruna)
Secretário-geral da Força Sindical

www.fsindical.org.br

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25.03.2010
Movimento Sindical
Um desrespeito contra os trabalhadores e as trabalhadoras

Federação Metalúrgicos SP


Por Francisco Sales, Chiquinho*


"A última edição da Revista Isto É, de 17 de março de 2010, traz uma declaração do Deputado Nelson Marquezelli (PTS-SP) que representa uma afronta e um desrespeito à classe trabalhadora brasileira.

Marquezelli, que é contra a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais no Brasil, diz que “se o projeto for aprovado na Câmara, as quatro horas serão desperdiçadas no bar, na academia ou simplesmente em casa”. Para o deputado, o ideal é trabalhar mais e qualificar-se para ganhar mais.

Uma declaração absurda como essa chega revoltar qualquer pai de família. Do ponto de vista social, reduzir a jornada para 40 horas semanais humanizará as relações de trabalho; melhorará a qualidade vida do trabalhador, uma vez que terá mais tempo para ficar com sua família, acompanhar o desenvolvimento dos filhos, terá mais tempo para o lazer (o que é necessário para todo ser humano).

Com a redução o trabalhador terá mais tempo para se qualificar profissionalmente. Marquezelli também defende que o trabalhador tem de se qualificar para ocupar melhores cargos, mas fica a pergunta: como um pai de família trabalho 44 horas semanais, tendo que participar das ações da sua casa, tem tempo para estudar?

Outro ponto importante. Segundo dados do Dieese – Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, a redução geraria 2,2 milhões de novos postos de trabalho no Brasil.

Como vereador, propus uma moção de repúdio à declaração de Marquezelli, a qual foi acatada por todos da Câmara. No entanto, apenas os vereadores Débora Ventura, Adilson Guisso e Francisco Tucá assinaram a moção.

Somente um político retrógrado e que desconhece a realidade do povo brasileiro poderia dar uma declaração extremista de que a redução proporcionaria sim a ociosidade improdutiva ao trabalhador. Talvez, para pessoas como Marquezelli, que não sabem e nunca souberam o que é dar duro numa linha de produção podem dizer uma barbaridade como essa.

Nas entrelinhas de sua declaração, o Deputado insinua que todo trabalhador almeja uma carga de trabalho menor para ficar sem fazer nada. Isso é uma afronta e um total desrespeito com todas as pessoas que, diariamente, lutam para sustentar suas família e o nosso País".

* Francisco Sales, o Chiquinho, é vereador em Mococa-SP e vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de SP

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24.03.2010
Cidadania
Rapidez na matéria!
"Queremos quarenta horas o mais rápido e reembolso das horas trabalhadas a mais"

Por José Pereira
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