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09.10.2009
Movimento Sindical
40 horas: mais um avanço trabalhista e humanitário!

“Temos muitos avanços conquistados nas relações trabalhistas entre capital e trabalho. Devemos, portanto, continuar neste caminho e conquistar agora a redução da jornada para 40 horas semanais, sem redução salarial, e diminuir a pressão contra os trabalhadores. Defendemos uma relação de respeito, mais humana, de valorização dos trabalhadores".

Mônica Veloso
Vice-Presidente da CNTM e Secretária-Geral do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região

 
 

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09.10.2009
Movimento Sindical
Melhores salários e trabalho decente para as mulheres

“Nesta Campanha Salarial 2009, estamos mostrando aos setores patronais que as trabalhadoras e os trabalhadores metalúrgicos estão unidos pelo aumento real, pelas 40 horas semanais e pelo trabalho decente. Sabemos que é uma campanha difícil, mas estamos conscientes e, se for preciso, vamos entrar em greve para exigir os nossos direitos.

Nós, do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e da Força Sindical, estivemos no dia 7 de outubro mobilizados em apoio à Jornada Mundial pelo Trabalho Decente e à redução da jornada. E lutar pelo Trabalho Decente é também exigir o fim das desigualdades entre gêneros. Vale lembrar que diversos estudos mostram que as mulheres têm remuneração de trabalho média abaixo do recebido por homens. Isto não pode continuar! Queremos mudanças! Exigimos justiça!”

Elza Pereira
Diretora de Finanças do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes.

 
 

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09.10.2009
Movimento Sindical
Mobilização pelo Trabalho Decente e pelas 40 horas

O diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes Jefferson Coriteac e o presidente da Fecomerciários Luiz Carlos Motta, entre outros representantes da Força Sindical, participaram da Jornada Mundial do Trabalho Decente na Alemanha, 7/10, que contou com a presença da chanceler alemã Angela Merkel.

 
Jefferson Coriteac




 
 

"Levamos nossas bandeiras de luta, da Força Sindical e da jornada de 40 horas semanais, sem redução dos salários, que também significa proporcionar mais qualidade de vida e trabalho decente para a classe trabalhadora", afirmou Coriteac.


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08.10.2009
Movimento Sindical
O Brasil precisa de mais empregos!

"A redução da jornada é um dos instrumentos para a geração de novos postos de trabalho e a consequente redução das altas taxas de desemprego. Por isto, os trabalhadores metalúrgicos do Nordeste defendem a jornada de 40 horas, sem redução salarial. Exigimos votação da proposta no Congresso Nacional, já!"

José Fernandes de Lima
Presidente da Federação dos Metalúrgicos do Nordeste

 
 

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08.10.2009
Movimento Sindical
Uma jornada menos extensa é possível!

"A soma de uma elevada jornada normal de trabalho e um alto número de horas extras faz com que o tempo total de trabalho no Brasil seja um dos mais extensos do mundo. O Brasil precisa, portanto, reduzir a jornada e valorizar mais a nossa classe trabalhadora".

Ari Alano
Presidente da Federação dos Metalúrgicos de Santa Catarina e Secretário de Educação Sindical da CNTM.

 
 

 

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07.10.2009
Movimento Sindical
Razões de sobra para reduzir a jornada

"O movimento sindical brasileiro está empenhado na luta para que o Congresso aprove a PEC 231/95, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais porque essa é uma medida que vai trazer inúmeros benefícios para o conjunto da sociedade e porque a redução da jornada significa fazer Justiça para com os trabalhadores.

Reduzir a jornada de trabalho é dividir os ganhos de produtividade obtidos pelas empresas, com inovações tecnológicas e gerenciais que também lhes proporcionaram aumento de lucro e de competitividade. Para se ter idéia, a variação da produtividade do trabalho na indústria da transformação entre os anos de 1988 e 2008 é de 84%, conforme estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos). Nada mais justo e coerente do que retribuir tal ganho com os trabalhadores, os verdadeiros responsáveis por esse resultado.

Além disso, a medida pode gerar mais de 2 milhões de empregos, se for acompanhada de outra medida: a redução do volume de hora extras. A mesma PEC muda o percentual pago em caso de hora extra, de 50% para 75% do valor da hora trabalhada. Nem precisa falar que emprego é sinônimo de renda e garantia de uma vida digna para mais brasileiros.

Sem falar no ganho em termos de qualidade de vida, no tempo para estar com a família, para estudar e na economia para a Previdência, por exemplo, já que jornada menor significa menores possibilidades de trabalhadores adquirirem lesões por esforços repetitivos, por exemplo.

Muitos não enxergam tantos benefícios ou querem mascará-los dizendo que a redução da jornada vai encarecer a mão de obra, provocar fuga de empresas, afetar a competitividade etc. Mas essas desculpas caem por terra diante do fato de que a mão de obra brasileira custa apenas US$ 5,96 por hora, enquanto nos Estados Unidos esse valor é de US$ 24,59 e no Japão, US$ 19,75. Além disso, de acordo com o Dieese, as 40 horas semanais aumentariam o custo das empresas em apenas 1,99%, um valor facilmente absorvível frente a elevação da produtividade obtida nos 20 anos.

Enfim, os trabalhadores e a sociedade brasileira só têm a ganhar com a redução da jornada. Por isso, essa  luta que têm que ter o apoio e a participação de todos. Pressione deputados e senadores a aprovarem a PEC, a atender essa reivindicação histórica".

Jorge Nazareno
Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) da Presidência da República e da direção nacional da Força Sindical.

 
 

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