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Miguel Torres
Presidente da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e vice-presidente da Força Sindical
Mensagens de Miguel Torres
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15.01.2014
Movimento Sindical
Por que reduzir a jornada de trabalho?

"Os trabalhadores com uma jornada menor de trabalho menor terão mais tempo para o convívio familiar, para o lazer e para frequentarem cursos de qualificação profissional. É portanto uma medida de amplo alcance social que beneficia coletivamente a classe trabalhadora e a produtividade das empresas.

Outro aspecto positivo é que com a redução da jornada haverá uma sensível diminuição dos acidentes de trabalho e das doenças profissionais, pois, segundo especialistas da área de saúde e segurança do trabalhador, uma das principais causas de acidentes são as horas extenuantes do trabalho.

Lutar por uma jornada de trabalho menor, humanizada e livre de pressão é uma justa reivindicação do movimento sindical, que irá gerar milhões de novos postos de trabalho.

Quando vamos às ruas pedir a redução da jornada, queremos tornar visível aos olhos da sociedade que o trabalhador é fundamental para o progresso do Brasil, mas que além de produzir as riquezas precisa viver dignamente.

Por isso, reduzir a jornada para 40 horas só trará benefícios para o País".

Miguel Torres
Presidente da Força Sindical, CNTM e Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes.

Artigo publicado no Diário de S.Paulo, em 14 de janeiro de 2014, página 11

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22.11.2013
Movimento Sindical
Jornada menor só trará benefícios

"Uma das principais lutas da Força Sindical é por redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário. Esta medida, segundo o Dieese, irá gerar 2 milhões de empregos, contribuindo, portanto, com a distribuição de renda e o desenvolvimento do País. 

Além do benefício econômico, a redução da jornada tem também um amplo alcance social. A classe trabalhadora terá mais tempo para o convívio familiar, lazer, cultura, educação e cursos de requalificação profissional, fundamentais em um mercado de trabalho cada vez mais exigente.
A jornada menor contribuirá para diminuir os acidentes de trabalho e as doenças profissionais, cujos índices ainda são vergonhosos no Brasil. É, enfim, um passo a mais para o Trabalho Decente no País.

Há muito tempo lutamos pela redução constitucional da jornada de trabalho, cuja proposta (PEC 231/95) aguarda votação no Congresso Nacional. Vale lembrar que a última vez que ocorreu redução constitucional da jornada foi em 1988, de 48 para 44 horas semanais.

Enfim, com a redução da jornada de trabalho todos ganham.

Miguel Torres
Presidente da Força Sindical/CNTM

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13.09.2013
Movimento Sindical
Metalúrgicos pressionam por 40 horas semanais

Estamos em campanha salarial em todo o Estado de SP. Somos em 800 mil metalúrgicos na luta por aumento real, mas vamos "centrar fogo" na luta por uma jornada de trabalho de 40 horas semanais, sem redução de salário.
Por Miguel Torres

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19.08.2013
Movimento Sindical
20 de Agosto: metalúrgicos exigem 40 horas semanais

Os trabalhadores metalúrgicos de São Paulo vão pressionar os patrões nos locais de trabalho, nesta terça-feira, 20 de agosto, e exigir a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução salarial.

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07.03.2013
Movimento Sindical
Marcha reivindica jornada menor

Clique no link seguinte para acessar matéria sobre a Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília que reivindicou a redução da jornada de trabalho cntm.org.br 

Por Val Gomes

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31.01.2013
Movimento Sindical
Idealizador do blog divulga luta no Câmara Aberta Sindical

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo/CNTM, Miguel Torres, participou na quarta-feira, 30 de janeiro, do programa Câmara Aberta Sindical. Apresentado pelo jornalista João Franzin, o programa debateu as atuais prioridades do movimento sindical e da classe trabalhadora. Entre elas: a redução da jornada de trabalho, sem redução salarial, para gerar emprego, segurança e saúde nos locais de trabalho e mais qualidade de vida para a classe trabalhadora.


Agência Sindical
Miguel Torres, Serginho, Franzin, João Guilherme e Silvestre Prado

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