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22.11.2013
Movimento Sindical
Jornada menor só trará benefícios
Miguel Torres
Presidente da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e vice-presidente da Força Sindical

"Uma das principais lutas da Força Sindical é por redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário. Esta medida, segundo o Dieese, irá gerar 2 milhões de empregos, contribuindo, portanto, com a distribuição de renda e o desenvolvimento do País. 

Além do benefício econômico, a redução da jornada tem também um amplo alcance social. A classe trabalhadora terá mais tempo para o convívio familiar, lazer, cultura, educação e cursos de requalificação profissional, fundamentais em um mercado de trabalho cada vez mais exigente.
A jornada menor contribuirá para diminuir os acidentes de trabalho e as doenças profissionais, cujos índices ainda são vergonhosos no Brasil. É, enfim, um passo a mais para o Trabalho Decente no País.

Há muito tempo lutamos pela redução constitucional da jornada de trabalho, cuja proposta (PEC 231/95) aguarda votação no Congresso Nacional. Vale lembrar que a última vez que ocorreu redução constitucional da jornada foi em 1988, de 48 para 44 horas semanais.

Enfim, com a redução da jornada de trabalho todos ganham.

Miguel Torres
Presidente da Força Sindical/CNTM

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31.10.2013
Movimento Sindical
Protesto em Brasília no dia 26 de novembro
Blog 40 Horas
Arte Jaws Digital

As centrais sindicais voltam unidas para Brasília, dia 26 de novembro, para pressionar o Congresso Nacional e o Governo e avançar as reivindicações da classe trabalhadora no País.

A redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salário, é uma das principais reivindicações. Para gerar emprego, segurança e saúde nos locais de trabalho, tempo para o lazer, educação e cultura e mais qualidade de vida para todos.

Vamos pressionar o parlamento:

acesse www2.camara.leg.br, escolha os deputados e envie mensagens 

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08.10.2013
Movimento Sindical
Redução da jornada
Blog 40 Horas
Arte Jaws Digital

"Durante anos a redução constitucional da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salários, foi e continua sendo uma das mais importantes bandeiras do movimento sindical unido.

Esbarramos na incompreensão de deputados e senadores, na timidez, com raras exceções, dos partidos políticos (da base do governo e da oposição) e na surdez da presidência da República. As entidades empresariais, com sua rabugice tacanha, ajudaram a reforçar o muro de contenção às pretensões legítimas dos trabalhadores. A grande mídia calou-se e se mantém muda. Mesmo nas reinvindicações de junho a redução ficou quase ausente.

Mas, na vida real, em cada ciclo de negociações e de mobilizações, em várias empresas e até mesmo em ramos inteiros, estamos conseguindo reduções localizadas, mas significativas; em alguns casos adotou-se a tática de reduções gradativas que afastam o fantasma da intempestividade e comprovam, no dia-a-dia, as vantagens da redução.

Que são muitas e não só para os trabalhadores. Com o ganho real efetivo durante a redução da jornada (sem redução de salários) aumenta a produtividade do trabalho e cresce a qualificação da mão-de-obra. Como são negociadas, as reduções conseguem melhorar o “clima” das empresas e juntamente com as PLRs (um outro instrumento de medida da produtividade e aumento da qualificação, desde que não haja rotatividade) são percebidas como ganha-ganha entre empresários e trabalhadores.

Alguns sindicatos nas campanhas salariais em curso resolveram lutar pela redução nas empresas. Isso pode e deve ser feito com a mais ampla unidade de ação entre categorias, entre centrais e mesmo em datas-bases diferentes. Mas, em todos os casos, obtidas vitórias parciais não devemos abandonar a luta no Congresso Nacional pela redução constitucional, porque não devemos esquecer a trágica lição dos trabalhadores alemães: as reduções negociadas, locais e flexibilizadas, ao longo do fim da década dos anos 90 do século passado (com a Alemanha sob o comando dos sociais-democratas) resultaram – por incrível que pareça – em aumento das jornadas efetivamente trabalhadas".

Por João Guilherme - consultor sindical

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02.10.2013
Cidadania
Para quem trabalha no comércio...
Blog 40 Horas
Arte Jaws Digital

Somos escravizados, não temos vida! E eles querem sempre vantagem só para eles. E eles estão cada vez mais ricos e, nós, mais doentes e oprimidos. 40 horas urgente e nos domingos, com a família, não trabalhar.

Por Luis Tadeu 

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13.09.2013
Movimento Sindical
Metalúrgicos pressionam por 40 horas semanais
Miguel Torres
Presidente da CNTM e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e vice-presidente da Força Sindical

Estamos em campanha salarial em todo o Estado de SP. Somos em 800 mil metalúrgicos na luta por aumento real, mas vamos "centrar fogo" na luta por uma jornada de trabalho de 40 horas semanais, sem redução de salário.
Por Miguel Torres

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30.08.2013
Movimento Sindical
30 de Agosto - Dia Nacional de Paralisação
Blog 40 Horas
Arte Jaws Digital

Leo Ribeiro

Na sexta-feira, 30 de agosto, sexta-feira, o movimento sindical fez um Dia Nacional de Paralisação por, entre outras reivindicações, jornada de 40 horas semanais sem redução salarial.

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